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Segurança e regulação

Os riscos da inteligência artificial e as regras que estão sendo criadas para ela, no Brasil e no mundo, sem alarmismo e sem descaso.

O que cobrimos

  • Riscos concretos e presentes: vieses, desinformação, fraudes, privacidade, uso militar.
  • Pesquisa em segurança de IA: como testar, entender e controlar sistemas cada vez mais capazes.
  • Regulação no Brasil, como a LGPD (Lei 13.709/2018) e o PL 2338/2023, aprovado pelo Senado em dezembro de 2024.
  • Regulação internacional, como o AI Act da União Europeia, em vigor desde agosto de 2024 com aplicação escalonada.

Perguntas que acompanhamos

  • Como garantir que sistemas de IA façam o que se pretende, e não apenas o que foi literalmente pedido?
  • Quem responde quando uma IA causa dano?
  • A regulação protege as pessoas sem impedir a pesquisa e a inovação no país?

Conceitos para começar

Alinhamento: o desafio de fazer os objetivos e o comportamento de um sistema de IA corresponderem às intenções e aos valores humanos.

Viés: distorção sistemática nos resultados, muitas vezes herdada dos dados de treino, que pode prejudicar grupos de pessoas.

Interpretabilidade: a área que tenta entender o que acontece dentro de um modelo, em vez de tratá-lo como uma caixa-preta.

Red teaming: testes em que especialistas tentam deliberadamente fazer o sistema falhar ou se comportar mal, para corrigir os problemas antes do uso.

Como lemos este tema

Leis aprovadas e incidentes documentados são fatos. A tramitação de projetos de lei muda com frequência, e indicamos a data de cada informação. Riscos futuros de sistemas mais capazes são especulação: apresentamos os argumentos de quem se preocupa e de quem discorda.