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IA na prática

A IA fora dos laboratórios. Como empresas, cientistas, médicos, professores e pessoas comuns estão usando essas ferramentas, e o que funciona de verdade.

O que cobrimos

  • Casos reais de uso em empresas, serviço público, saúde, educação, direito e ciência.
  • Ferramentas testadas por nós, com critérios declarados e sem patrocínio oculto.
  • O desempenho da IA em português e em contextos brasileiros.
  • Erros, fracassos e projetos abandonados, que ensinam tanto quanto os sucessos.

Perguntas que acompanhamos

  • Quais tarefas a IA já faz com qualidade suficiente para o uso profissional?
  • Onde o ganho de produtividade é medido, e onde é só promessa?
  • Como verificar uma resposta de IA antes de confiar nela?

Conceitos para começar

Alucinação: quando o modelo produz uma informação falsa com aparência de verdadeira, como uma citação ou referência que não existe.

Prompt: a instrução que se dá ao modelo. A forma de pedir muda bastante o resultado.

RAG (geração aumentada por recuperação): técnica em que o sistema busca documentos confiáveis antes de responder, para se apoiar neles em vez de só na memória do treino.

Ajuste fino (fine-tuning): treino adicional de um modelo pronto com dados de um domínio específico, como contratos ou laudos médicos.

Como lemos este tema

Um teste que fizemos é fato, com o método descrito. Um relato de empresa sobre ganho de produtividade é fato com ressalva: dizemos quem mediu e como. Previsões sobre profissões que vão desaparecer são especulação, e as tratamos como tal.